Bom, prometi que ia fazer um relato mais pessoal...mas percebi que acabei relatando uma experiência que outros daqui são testemunhas.
Então tudo bem ...esse relato é meu e ninguém esteve presente pra poder lembrar de outros detalhes:
sobre dealers também:
"(...) Numa época em que eu nem tinha idade pra frequentar a rua augusta, aliás nem lembro direito da impressão que eu fiquei da rua naquele dia...eu desci a bendita da rua a pé, junto com um amigo, pronto pra subir de volta, a 120 por hora. rá!
é...e eu era uma criança, ainda nem podia frequentar aqueles estabelecimentos todos. Fui parar no apartamento desse cara, que tinha um parentesco com um figurão. Era um ap. em pleno baixo augusta.Subindo, vc entrava no Ap. do figurão e na casa desse sujeito. As paredes eram forradas de quadros: um picasso ali, um outro ali, uma escultura exótica num canto...enfim.
Ele não fazia tráfico.Nas palavras dele...aquilo era uma "força que ele dava pros irmão".Belheza, né.
A gente não fazia idéia de como teria sido fácil ir às compras ali, no meio do mercado à céu aberto.mas fazer isso com aquele cenário em volta foi muito mais...enriquecedor?
bom...bom...é.
bons tempos, viu...
Não se fazem mais cenários como aquele de antigamente. Ainda bem. ou não.
Esse fulano deu muita força pra gente. ô se deu. Teve a vez que ele falou no telefone: "to comendo uma mina, saiu na capa da sexy, a mulher tem uma bunda, meu irmão..." E era verdade.
Teve a vez que ele tava, devia estar, dentro de um flat há alguns dias...ele e um saco de 2 kg de dona benta. E a gente foi até lá. E eu nunca vi um sujeito com a careca tão descascada e pálido na minha frente. e tamanho volume de caspa. Já viu careca com caspa? Eu já. Fiquei me sentindo praticamente o Fábio Assunção.
é...mas o irmão deu cria e imagino ter dado um tempo nessa brilhante e reluzente carreira. feito uma careca, mas sem caspa. criou juízo (...)"
sábado, 21 de novembro de 2009
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