quarta-feira, 1 de julho de 2009

Digavações sobre o vocabulário ultra-jovem.

Em post anterior, doctor Pedrones demonstrou seu espanto ao se deparar com a palavra assistão.

Fato este, que me causou um comichão e me inclinou -ainda mais- à vontade de escrever besteiras. Portanto:

-Pois bem, estou aqui novamente.O professor Tibúrcio de assuntos vagos, dementes e não importantes, em minha nova tentativa de explicar o universo virtual cyber-internético como eu o entendo, àqueles que provavelmente, devidamente, logicamente, -porém- explicavelmente, percebem esse universo virtual cyber-internético de outra forma, porám (sotaque francês) com alguma coisa em comum, junto e misturado.


É basicamente o que o frotinha ja havia dito: O negócio é comer cu e buceta.

Não, brincadeira.Eu vou encarar seriamente essa tarefa de dissertar sobre este assunto vago, demente e não importante.

então...é tipo assim:

Se você, leitor inteligente e articulado, ainda estranha essas aberrações da língua virtual cyber-internético, porám, compreende que todas as formas de se expressar são válidas desde que comunique algo (não politicamente incorretoam, fora do curso), aqui vai uma pitada do conhecimento de cunho irreconhecivelmente útil enquanto matéria prima que visa o engrandecimento do pensamento humano, construtivo, a não ser que você considere uma linguiça recheada algo bem construído. (e é! maravilha da tecnologia).

Professor Tibúrcio para a classe:

-Classe, vocês estão familiarizados com o miguxÊs?


-xXihnn Mr.PrOffexxorrzuxo.

-E o tiopês, classe? Conhecem o tiopês?


-eh cloar quee sinhe proefosrr.

Pois bem, turma. A internet oferece a possibilidade de elevar a gíria à nivel de grafologia, e eu não estol faloand bobaxxemm.
Notem como os miguxos não se comunicam através do miguxês quando em carne osso e gel e tachinhas,
-ao vivo-. Entre eles e perante o resto da humanidade, os miguxos se vêem obrigados a falar essa língua estranha, o português.

Fica, portanto, para os que ironizam e repelem o miguxês, a tarefa de utilizá-lo-no (q/) na linguagem falada, verbal, no "dia-a-dia"(?).

O mesmo para o tiopês: este sendo, -vou estar definindo assim o seu uso-, como uma paródia da forma como um fulano se comunicava na internet. Isso mesmo, o tiopês tem um fundo de verdade-verdadeira-fruto-da-inclusão-digital:

Existia um fulano que escrveai tuod açinhe e ganhou fama em alguns círculos da uéb.

Algo do tipo.

Pesquisem a respeito na própia internet.

Vocês vão me dar razão.

Enquanto isso, muito obrigado e boa acupuntura.

este post poderá ou não ser continuado. Até que minha cabeça se volte-se a focar-se na relação do "assistão" com o miguxês (ora! é tudo juntomisturado) e eu se sinta com vontade de escrever booabgesn.

E lembre-se do dito popular de Paulo Maluf, que se aplica também à língua portuguesa:

estupra mas não mata.

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